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Decks para Piscinas: Materiais

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Madeira e pedra deixaram de ser as únicas escolhas para pisos ao redor das piscinas: o mercado brasileiro já oferece alternativas que se equiparam, ou até mesmo superam, quesitos como durabilidade, resistência ao sol e à água, antiderrapância e, é claro, efeito estético.

 

 

 

As opções mais recentes de decks foram desenvolvidas para proporcionar menor necessidade de manutenção, instalação simples, menor variação térmica e garantia de sustentabilidade às áreas externas.

 

A procura pela madeira natural (devidamente tratadas contra cupins e apodrecimento) e por pedras como a São Tomé e a mineira ainda existe, mas atualmente encontram fortes concorrentes, como o porcelanato, o PVC e o piso cimentício.

 

Conheça-os e aprenda a escolher o melhor para a sua área de piscina.

 

Deck de Madeira Tradicional: Clássico

A primeira imagem que vem à mente quando se fala em decks de piscina é o de tábua corrida de madeira, geralmente de jatobá, cumaru, ipê e itaúba.

 

Aqui o mais importante é se certificar de que a madeira em questão está realmente apta às variações de clima (muito sol, tempo seco, muita chuva, umidade) – sob o risco de comprometer sua durabilidade.

 

Tábuas feitas a partir de madeiras inadequadas para esse fim acabam rachando e empenando com facilidade, propiciando o aparecimento de farpas. Pergunte se ela ganhou tratamento antipragas e secagem em autoclave.

 

Uma dica é deixar o lado ondulado da tábua para o lado de cima, pois dificulta escorregões.

 

Na hora da instalação do deck, é importante que o espaçamento entre as tábuas permita que o material dilate quando o clima esquenta – caso contrário, podem entrar em fissura e empenar. O intervalo correto é a partir de 4mm.

 

É fundamental, ainda, que não seja instalado tão próximo ao chão, para evitar que absorva a umidade do solo. Se isso não for possível use concreto ou telha plástica entre eles.

 

A manutenção do deck deve ser feita de seis em seis meses por pessoal especializado. Essa mão de obra pode ser solicitada diretamente com o fornecedor, que poderá fornecer novas tábuas em caso de dano das mesmas.

 

O deck de madeira costuma ter o metro quadrado mais caro, portanto muitas pessoas o utilizam em apenas uma parte do entorno da piscina.

 

Decks de Bambu

 

O bambu não chega a ser uma madeira: é, na verdade, uma gramínea com altíssima quantidade de fibras, mantendo-se altamente resistente.

 

Decks feitos a partir do bambu são muito resistentes e duráveis e exigem menor manutenção em comparação aos de madeira tradicional.

 

Outra grande vantagem é que o impacto ambiental do bambu é bem menor, já que ele cresce com rapidez, sem necessidade de replantio.

 

Decks de Madeira Ecológica (WPC), Madeira Plástica  e PVC

 

Deck em madeira plástica

 

 

A madeira ecológica é feita de 90% de plástico (em geral reaproveitado) e 10% de serragem de madeira.

 

Também conhecida como WPC (Wood Plastic Composite, ou composto de madeira plástica), a madeira ecológica é  resistente a roedores e cupins – além de não soltar farpas, não empenar e não rachar.

 

Prefira as versões revestidas com PVC ou polietileno, que aumentam ainda mais a resistência.

 

O WPC também aceita tinta de madeira ou revestimentos de verniz e não facilita a formação de fungos.

 

A madeira plástica, por sua vez, é 100% composta de plástico – embora possa conter até 30% de outros materiais não-plásticos, como fibras de algodão.

 

Existe, ainda, decks feitos inteiramente de plástico PVC, que também prima pela resistência, durabilidade e baixa manutenção, além de suas características antiderrapantes e antitérmicas.

 

Contudo ele não reproduz visualmente o efeito de madeira.

 

FlexDecks: Modulares

 

A área da piscina também pode ser revestida a partir de pequenos módulos de decks de madeira com base plástica que se encaixam entre si, conhecidos como Flexdeck.

 

Ele possui base plástica e facilita muito a aplicação em projetos customizados, valorizando, por exemplo, cantos esquecidos.

 

Permite diferentes paginações e está disponível em diversos tipos de madeira (e, consequentemente, tons naturais). Não solta farpas.

 

Não requer, necessariamente, mão de obra para sua instalação, e dispensa acessórios de fixação como colas ou parafusos – isso independentemente do tipo de piscina que você tem.

 

Na verdade, decks modulares oferecem a vantagem de serem removíveis, facilitando a limpeza do solo e sua própria manutenção.

 

Entornos de Piscina em Porcelanato ou Cerâmica

 

Uma das alternativas mais celebradas pela arquitetura atual é o uso de porcelanato no entorno da piscina: este versátil material possui modelos que imitam a madeira ou pedra, deixando o resultado final bastante sofisticado.

 

O porcelanato é mais barato do que o deck de madeira e requer uma manutenção bem mais simples que as tábuas de lenho, não necessitando de mão de obra especializada para este fim.

 

No entanto existe um custo extra para sua instalação, que deve ser realizada por profissionais.

 

Prefira tons mais claros de porcelanato, já que o material tende a sofrer variações térmicas mais acentuadas com a exposição ao sol.

 

Atualmente mesmo as cerâmicas possuem modelos que imitam a madeira e, por ser feita de barro, sua temperatura varia semelhantemente à da madeira natural.

 

Prefira placas que apresentam maior rugosidade, pois são antiderrapantes – característica fundamental para áreas molhadas.

 

Assim como o porcelanato, a cerâmica não exige manutenção especializada, mas sua instalação demanda preparação do terreno e mão-de-obra profissional e consequente custo extra.

 

Entornos Cimentícios para Piscinas

 

Há cerca de dez anos surgiram os cimentícios atérmicos, revestimentos em formas de placas feitos de cimento estrutural especialmente desenvolvido para uso em áreas externas.

 

É composto de ingredientes pouco suscetíveis a variações térmicas, são mais resistentes a manchas e estão disponíveis em diversas cores, dimensões e acabamentos. No entanto, não aceitam pintura.

 

As peças são fabricadas de forma artesanal, apresentando variações entre si – inclusive de espessura, o que deve ser observado na hora do assentamento, a fim de evitar desníveis.

 

Possui 20 anos de vida útil e não corre o risco de trincar.

 

Pedras e Agregados de Pedras

 

As pedras naturais costumam ser a de menor custo por metro quadrado. No Brasil, as mais utilizadas para entornos de piscinas são a São Tomé, a pedra mineira e a pedra goiana.

 

No entanto preço pode aumentar quando da escolha de mármore, como o travertino bruto e  carrara.

 

Granitos também possuem valor mais elevado, e jamais devem ser usados em versão polida, pois são muito escorregadios em áreas molhadas.

 

Para todos os casos, verifique a porosidade das pedras, pois se essa é uma característica marcante, podem encardir com o tempo.

 

Mais recentemente surgiram os chamados agregados de pedras, altamente drenantes (a água vaza com facilidade para o solo) e na maioria das vezes atérmicos.

 

Agregados de pedras são compostos pela junção de restos de pedras brasileiras e até mesmo materiais recicláveis, como pedaços de vidros e garrafas PET.

 

http://www.fazfacil.com.br/reforma-construcao/decks-para-piscinas-materiais/

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